Para refeletir...

Tudo o que é feito com a alma, justifica-se por si só...

domingo, 22 de julho de 2012

=D


Boa tarde leitores assíduos do meu Blog ! =) Bem, hoje vou postar um poema muito especial de um amigo meu, o qual achei lindo e vale a pena compartilhar com vocês! beijos...





Um amor incerto
 Como sempre você com belas palavras.
Me faz pensar, analisar...
Exatamente o quê?
Incertezas? Indecisões?
Pode ser.
Mas espere, há contraversões.
Eu não vivo de incertezas, nem de indecisões.
É? Não é?
Como é que é?
Quer saber? Estou saindo.
Eu sei que falo, mas estou sempre agindo!
Pra mim é isso que importa.
Eu consigo escrever, falar.
Consigo o que mais precisar.
Mas o principal.
Eu respondo também com ações. Eu faço!
Ou pelo menos tento.
E como tentei. Fato!
Mas não basta só eu querer.
Se a recíproca não for verdadeira
Do que adianta eu temer?
A vida segue e o tempo passa.
Ah... isso sim é uma certeza!
O tempo...
Mas quanto tempo?
Será que vai dar tempo?
Ah... já isso é uma incerteza.
Pra mim uma tristeza.
Que pena...
Pois temos tudo para dar certo.
É o que eu sempre espero.
Pois ninguém ocupou seu lugar ainda.
Mas infelizmente não posso viver esperando.
Sabe-se lá quando será sua vinda.
Se é que ela virá
Então pra que vou viver chorando?
Por um amor incerto?
Não. Assim não dá.
Estou procurando a saída.
Já que a casa está vazia.
Ou pelo menos é o que parece.
Mas se por acaso eu te encontrar.
E você me convidar.
Quem sabe?
Se ainda der tempo...
Mas isso é uma incerteza.
E como eu não vivo de incertezas
Vou seguindo meu caminho.
Mesmo que seja sozinho.
Pois uma hora eu encontro um novo lar.
Com alguém lá para poder amar.
Um lugar seguro, que sei que não vou perder.
Uma casa linda onde eu possa viver.
Viver tranquilo, uma vida de certeza!
Uma vida verdadeira!
E as palavras...
Bem, elas vão continuar.
Mas o que elas vão significar?
Nada!
Exatamente nada!
Pois qualquer um pode falar.
Qualquer um pode escrever.
Até mesmo eu, como você pode ver.
E quem fala isso sou eu por inteiro!
E nunca fui tão verdadeiro!
Então se não for com ação
Por favor, deixe isso de mão.
V. Detoni

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Use suas teorias antes que  virem pó..."

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Do meu tempo

De toda loucura, a maior é não ser
Prefiro essa insensatez de sentir sua presença por meio de versos
que doer o coração pela falta de sei lá o quê...

Do tempo não sei...
Sei que faz doer
Sentir saudade
Sentir vontade
Sentir!

Paradoxal esse tempo! Afasta,mas quer junto!
Deixa eu morar em você,
assim acompanho teus caminhos
...e não te perco, tempo!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Só coração

Ando por essa rotina que me suga a vontade de ser eu mesmo
Gasto muito do meu tempo pensando em quem poderia ser
Vou mentir um pouco para ao menos tentar lhe enganar:
há outros planos que não necessitam de um grande amor...
Ah coração, acredite nas mentiras que digo! Pode ser que sejam verdades
Ah coração bobo, dono dos tolos que por ti juraram compaixão
Acreditastes nas promessas que só um coração tolo acredita!
E quem paga essa dívida coração, é a razão...
Mas se já caístes nestas mesmas armadilhas, o que te faz acreditar no fracasso inevitável?

Ah bobo coração, não doa assim por cada grande amor de segundos! São apenas segundos...

Quando nada mais importa tanto
Surge seu canto tentando amenizar minha saudade
Um, dois, três dias quaisquer são capazes de brotar em mim
uma espécie de fé de amor

Não é que nada mais importa:
é só essa lembrança que insiste em não querer ir embora...

Aline A.

domingo, 21 de março de 2010

"Faz parte do meu show..."

"Ya lo sé, que corazón que no ve
Es corazón que no siente, o corazón que te miente amor.
Pero, sabes que en lo más profundo de mi alma sigue aquel dolor por creer en ti
¿qué fue de la ilusión y de lo bello que es vivir?"

domingo, 14 de março de 2010

Velha infância


Quando crianças, vemos os dias mais longos
Olhamos da janela e observamos os passarinhos
Voando pequeninos
E depois daquela chuva de pingos grossos ficamos boquiabertos
Com o sol surgindo novamente no meio de tantas trovoadas

Sentimos o cheirinho do café da vó que dá vontade de comer pão com manteiga...
Logo chegam nossos amigos tão bobos quanto nós, nos chamando para brincar... e a gente brinca,brinca...não se cansa.

À noite, é só deixar o soninho vir porque a gente sabe que amanhã realmente é outro dia...

Esperamos a páscoa ansiosos para dar e receber chocolates gostosos com cartinhas de alegria, onde mal sabemos o significado delas... pura inocência, mas ativadora de afetos...

O natal então, nem se fala! Dia 24 começam todos os preparativos: mamãe na cozinha, enquanto escrevemos cartinhas para nossos amigos mais queridos, onde mal sabemos o significado delas... pura inocência, mas ativadora de afetos...
Chega à hora da troca de presentes, das promessas de um ano melhor, e criança tem fé... pura inocência,mas ativadora de afetos...

Ano Novo! Pedidos para papai do céu!
Pedidos para o mar, onde a onda leva e trás as pequenas tristezas e as grandes alegrias de um novo ano.

Se pudesse, pediria todo esse afeto que a infância me trouxe e que se perdeu por aí em minha cabeça...

Pediria de acordo com minhas medidas, minhas esperanças, minhas vitórias.

Não tenho medo de crescer...
Tenho medo de crescer sem graça
Onde tudo passa e a gente nem vê!
Ora! É querer muito ver os grandes passarinhos voando,
E beber o café da vó?
Se quiser, está convidado...
Mas não se iluda: nunca mais teremos a inocência de criança.

Aline Alvarez

Rio de Janeiro, 15 de março de 2010.